Arcos, MG - Brasil

"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante" (Albert Schweitzer)
"Eu sou a favor dos direitos animais bem como dos direitos humanos. Essa é a proposta de um ser humano integral". (Abraham Lincoln)

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Noticias do mundo: Porquinho treina junto com cães na Austrália

Segundo a treinadora, a porquinha Gidget pode ajudar a ensinar cães a se concentrarem e ignorarem distrações

A exemplo do ocorre no filme Babe, o Porquinho Atrapalhado, uma leitoa de três meses está sendo treinada com cães em uma cidade na Austrália. A porquinha Gidget pertencia à Associação de Cães da Austrália, em Mareeba, no nordeste do país, onde faz parte dos treinamentos de um grupo de dez cães.

Ela foi comprada pelo casal Sarah e Lester Plowman, para ser dado como presente ao filho Augustine. "Eles vão crescer juntos e se tornar amigos", disse Sarah ao jornal The Cairns Advertiser. Para Sarah, Gidget "acha que é um cachorro". "Mas ela tem um cheiro diferente e solta grunhidos em vez de latir", disse ela.

A treinadora, Liz Oeham, disse que sempre quis treinar um porco. Ela acredita ainda que o animal pode ajudar a ensinar cães a se concentrarem e ignorarem distrações. Segundo Liz, porcos já foram usados no treinamento de outros animais, mas na Austrália essa seria a primeira vez que um leitão treinou com tantos cães. Gidget entende que há tempo de descanso e hora de brincar, e se comporta diferente quando tem que treinar com os cães, explica Sarah. O porquinho gosta de comer melão, grãos e leite. Ele divide a casa e a atenção dos donos com uma égua, um pônei, um galo e um cabrito.

Por BBC Brasil

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Notícias do mundo: Vazamento de petróleo põe em risco pântanos da Luisiana e sua rica vida animal

A maré negra que ameaça o litoral da Luisiana (sul dos Estados Unidos) pode provocar uma catástrofe ecológica de grandes proporções devido às particularidades da região, que concentra 40% dos pântanos costeiros.

NOVA ORLEANS, EUA (AFP) - A maré negra que ameaça o litoral da Luisiana (sul dos Estados Unidos) pode provocar uma catástrofe ecológica de grandes proporções devido às particularidades da região, que concentra 40% dos pântanos costeiros americanos e um setor pesqueiro florescente.

Todo vazamento de petróleo no mar é destrutivo, mas a geografia do delta do Mississipi e seu frágil ecossistema a tornaram uma região particularmente vulnerável, segundo especialistas.

Os temores se multiplicaram pelo fato de que uma semana depois da explosão e do naufrágio de uma plataforma de petróleo no Golfo do México se ignora quando será possível controlar o vazamento, estimado em mais de cinco mil barris (800.000 litros), diariamente lançado no mar.

"Não bastará um punhado de voluntários para limpar a praia", destacou LuAnn White, diretora do Centro de Saúde Pública aplicada ao Meio Ambiente da Universidade de Tulane, em Nova Orleans.

"Há quilômetros de pântanos costeiros aos quais só se pode chegar de barco e que são muito delicados", explicou.

A maré e o vento podem levar a camada de petróleo a se embrenhar nos pântanos e na reserva de fauna silvestre de Pass-a-Loutre, que se internaliza no golfo.

O simples fato de chegar às áreas afetadas pode levar horas e, uma vez no local não há terra firme para pisar, sem falar em estabelecer um quartel-general de emergência.

A experiência mostra que os incêndios controlados do petróleo no mar poderiam ser a melhor solução, dada a dificuldade de limpar os pântanos, disse White.

Os pântanos costeiros fervilham de vida: alimentados pelos ricos sedimentos do Mississippi, abundam peixes, crustáceos e ostras. Além do mais, consistuem uma importante base para as aves migratórias.

Se sua plumagem for manchada por petróleo, elas podem morrer por sufocamento ou hipotermia. Em uma costa rochosa, os voluntários podem capturá-las para limpá-las, mas isso é mais difícil nos pântanos.

Quanto às tartarugas marinhas, crocodilos, golfinhos e baleias, eles podem inalar ou ingerir o petróleo quando sobem à superfície para respirar ou se alimentar das presas já sujas, correndo o risco de sofrer inflamações, lesões internas ou outras complicações.

Além disso, embora o petróleo flutue na superfície, alguns hidrocarbonetos se depositam no fundo e criam um entorno tóxico que pode matar os alevinos.

"Se isto continuar durante meses, como temem alguns, haverá muitas outras consequências", advertiu Tom Minello, especialista em meio ambiente da agência federal oceânica e atmosférica (NOAA).

As toxinas poderiam matar os vegetais que fixam os sedimentos e impedem que se dispersem no oceano.

"Um dos aspectos mais perigosos de tudo isto é que o petróleo poderia depositar-se em alguns hábitats costeiros, o que terá efeitos de longo prazo sobre os recursos da nossa pesca", explicou Minello.

Sem esperar a maré negra, criadores de camarões da Luisiana já apresentaram um processo contra a BP, a cargo da exploração da plataforma acidentada, para obter um ressarcimento de cinco milhões de dólares.

A Luisiana é, de longe, o primeiro produtor americano de camarões, cultivados em imensas fazendas costeiras.

"Este acidente prova que a indústria petroleira no mar é contaminante, perigosa e mortal", afirmou, por sua vez, Aaron Viles, da associação ecologista Gulf Restoration Network.

Por Yahoo Notícias.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Brasil: lider da lista de desmatamento entre 2000 e 2005

A superfície florestal diminuiu 3,1% entre 2000 e 2005 no mundo, segundo um estudo baseado em observações por satélites publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos, estimando que o Brasil foi o país que sofreu a maior redução de suas matas.

No total, a perda foi de 1.011.000 km2 de 2000 a 2005, o que representa 0,6% por ano. A superfície florestal mundial era de 32.688.000 km2 no início do estudo.

Por país, o Brasil, segundo em quantidade de área florestal (4,6 milhões de km2), atrás apenas da Federação Russa (5,12 milhões de km2), sofreu a maior redução de suas matas no período, 165 mil km2 (3,6% do total). Já o Canadá, com uma superfície florestal de 3 milhões de km2, ficou em segundo, com perdas de 160 mil km2, que representam 5,2% do total.

A perda bruta de superfície florestal é definida nesta pesquisa como produto de causas naturais, como incêndios provocados por raios, e atividades humanas.

Estimativas precisas são consideradas indispensáveis nos esforços de contabilização das emissões de dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases de efeito estufa, e para elaborar modelos climáticos, explicaram os autores da pesquisa, divulgada pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS).

Por região, as matas boreais, que se situam no Ártico e representam 26,7% da superfície florestal do planeta - a segunda mais importante - registraram a maior redução deste período em cinco anos (4%), dois terços dos quais se deveram a incêndios de origem natural, afirmaram cientistas das Universidades de Dakota do Sul (norte) e do Estado de Nova York (nordeste).

As matas tropicais úmidas, que cobrem 11,5 milhões de km2 e representam a maior superfície florestal da Terra, perderam 2,4% de sua superfície, o que equivale a 27% da perda total.

As florestas tropicais em zona seca - 7,13 milhões de km2, ou 21,8% das superfícies de mata do mundo - diminuíram 2,9% de 2000 a 2005, o que representou 20,2% das perdas florestais totais.

Já as matas das zonas temperadas - 5,2 milhões de km2 - ou 16,1% do total mundial em 2000, perderam 3,5% de sua superfície, 18,2% do total do planeta neste período.

Por continente, a América do Norte - com uma superfície florestal de 5,8 milhões de km2 em 2000 - sofreu a maior privação no período (5,1%, 295 mil km2), ou 29,2% da perda mundial. Ásia e América do Sul perderam duas vezes menos em comparação com sua superfície de mata, 2,8% e 2,7%, respectivamente. Estes decréscimos representaram 23,7% e 22,6% do total entre 2000 e 2005.

Por Folha Online

terça-feira, 27 de abril de 2010

Projeto de lei contra a matança de animais em canis públicos e CCZ

O deputado Estadual Feliciano Filho entrou com um projeto de lei que proibe a matança de animais nos CCZs (Centro de Controle de Zoonosese) e canis públicos do Estado de São Paulo.

Parabéns ao deputado por esta iniciativa e que sirva de exemplo para que outros deputados façam crescer a valorização de outras vidas indefesas do planeta.

Confiram o Projeto de lei número : 12.916, de 16 de Abril de 2008.
Projeto de lei número 117/08, do deputado Feliciano Filho - PV

Se um cachorro fosse o seu professor...

... você aprenderia coisas assim:


º Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro;
º Nunca perca uma oportunidade de ir passea;
º Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto;
º Mostre aos outros que estão invadindo o seu território;
º Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar;
º Corra, pule e brinque todos os dias;
º Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem;
º Não morda quando um simples rosnado resolve a situação;
º Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos e deite debaixo da sombra de uma árvore;
º Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo;
º Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado... volte e faça as pazes novamente;
º Aproveite o prazer de uma longa caminhada;
º Se alimente com gosto e entusiasmo;
º Coma só o suficiente;
º Seja leal;
º Nunca pretenda ser o que você não é;

E o MAIS importante de tudo....

º Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.
E nós precisamos aprender isto com um animal que dizem ser irracional!